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domingo, 30 de junho de 2013

FAGUNDES VARELA

FAGUNDES VARELA

Cântico do calvário, primoroso canto
Escrito ao filho morto prematuramente;
Uma leitura que faz sim rolar o pranto
Dos nossos tristes olhos por ser comovente;

Tanta tristeza te levou ao desencanto…
E as rodas boêmias para afogar tão somente
Os incidentes da vida envolta no manto
Da saudade a durar indefinidamente;

Tua poesia nos mostra uma natureza
Viva em cores, mostra a solidão e a tristeza
Sempre de mãos atadas pelas madrugadas;

Lindas obras deixaste ao mundo lapidadas
Pelas tuas mãos, poeta eleito na mais bela
Das noites estreladas Fagundes Varela;

Soneto ao poeta Fagundes Varela