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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

CINDERELA

















A Cinderela era a filha
Do mais rico comerciante...
As fadinhas na dedilha
Tocavam a harpa vibrante;

Depois que seu pai morreu...
Sua madrasta malvada
Nada mais para ela deu...
E tornou-se escravizada;

Tornaram-na serviçal...
E faziam malvadezas...
A menina de cristal
Mergulhava nas tristezas;

Os animais da floresta...
Os seus únicos amigos...
Sempre faziam a festa
Livrando ela dos perigos;

O rei um baile anunciou
Para o príncipe escolher...
A esposa que não achou
No seu sublime viver;

Por Cinderela ser bela
A madrasta então falou...
Que não poderia ir ela
Com os trapos que catou;

Na ajuda dos amiguinhos
Pode então ter seu vestido...
Encheu todos de beijinhos
Pelo brilho enaltecido;

As filhas dela rasgaram
O vestido tão brilhante...
Porque muito invejaram
A princesinha radiante;

Muito triste ela olhava
O castelo na colina...
Chorava e também rezava
A mais bonita menina;

Foi então que apareceu
A sua fada madrinha...
E um vestidinho teceu
Com sua linda varinha;

Ela estava encantadora...
O príncipe bem notou
E não houve a tal demora...
Logo com ela dançou;

A meia-noite acabou
Todo o encanto, ela correu
E sem perceber deixou
O lindo sapato seu;

O príncipe então buscou
Por todo o reino a mulher
Do sapato que ficou
Na escadaria qualquer;

Todas tentaram e nada...
Até as filhas malvadas
Que deixaram lá trancada
Cinderela e suas fadas;

O príncipe fez descer
Cinderela que provou
O sapatinho a tecer
Seu pezinho que brilhou;

 Dentro do seu coração
O príncipe já sabia...
Que com aquele botão
De flor ele casaria;

 Casaram-se por amor...
Foram felizes reinando...
Sempre cheios de fulgor
Nos rostinhos suspirando;

20-21-09-13