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segunda-feira, 26 de maio de 2014

CHIPS

Vão além do celular...
Já tem chips para os humanos
Que se deixam controlar
Facilmente por insanos;

Sempre vão usar o medo
Que domina a geração...
De humanos desde bem cedo
Negando a transformação;

Existe mais que um gatilho...
Mas tão poucos querem ver...
Pobre geração sem brilho
Vivendo para morrer;

Só quero vê-los despertos...
Mas é o que vocês querem!...
Seus sonhos são tão incertos
Quanto tudo que disserem;

Quantas vidas são vazias...
Falta o tal calor humano
Nas madrugadas tão frias
Quanto os acordes do piano;      

segunda-feira, 19 de maio de 2014

ABORTO

São vários seres de luz
Planejando um novo ser...
Que tu prega numa cruz
Antes mesmo de nascer;

Só ter a intenção do aborto
Resulta em assassinato;
Um lindo ser se faz morto
Com este fatídico ato;

São tantas alternativas
Para não engravidar...
Memórias se fazem vivas
Se o decidir tirar;

Era só ter pensado antes
De fazer a relação...
Mas... cabeças tão distantes
Do gélido coração;

Este ato vai para a conta...
Ou pensas que pode tudo;
Alguém de luz não aponta
Mais pois o tornaste mudo;

Aborte, depois não chore
Quando tiver que pagar;
Quem pelas tuas mãos morre
Um dia virá cobrar;                 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

REDES SOCIAIS

Está tudo controlado...
Não me chamem de ilusório...
Sempre que olho para o lado
Penso estar num sanatório;

São tantas pessoas rendidas
Na frente do celular;
Vidas sendo consumidas
De quem não quer acordar;

Estas tais redes sociais
Só estão quebrando os laços
De famílias terminais
Que mal se trocam abraços;

Se negam a ler um book...
A buscar conhecimento;
Quem não deixa é o facebook
Roubando cada momento;

Na mídia são só tragédias...
Como gostam de assistir...
Trocam as doces comédias
Para ver alguém ferir;                                                              

segunda-feira, 5 de maio de 2014

DECADÊNCIA

Eu ainda busco as respostas
Para tamanha violência...
Tanto fardo em nossas costas
Vão mostrando a decadência;

Estupros, assassinatos...
Roubos generalizados...
Sem falar dos podres atos
Racistas dos desalmados;

Pai pulando com o filho
No colo depois da briga;
Onde procurar o brilho...
Você que agora lê, diga!...

E o que dizer da madrasta
Sem amor no coração...
Uma beleza nefasta
Fedendo lá na prisão;

E as escravas sexuais...
São tantas em nosso mundo
Sofrendo os atos banais
Nas garras de um vagabundo;