LAPIDANDO VERSOS

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domingo, 9 de setembro de 2018

QUE SAUDADES

Que saudades de ti cândida flor,
Do teu sorriso lindo como o céu,
Dos teus olhos profundos, dum negror
Divino que tornou meu ser teu réu.

Via-te nos meus sonhos meu amor,
Sempre coberta pelo fino véu.
Teu perfume do mais cândido odor,
Levou minha alma pelos céus ao léu.

7 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

Versos bem lapidados.

Ivone disse...

Lindo e poético!
Cada verso mostra a saudade de um grande amor!
Abraços amigo peota Samuel!

Larissa Santos disse...

Muito bom este seu poema. Adorei :))

Do nosso amigo, Gil António:- Geladas lágrimas de silêncio.

Bjos
Votos de um óptima Segunda - Feira

Tais Luso disse...

Falar de saudades não é fácil, querido Samuel, pode alegrar o coração, mas também levá-lo a chorar de tristeza, de saudades!
Sensível poema, muito bonito!
Beijo, um linda semana pra você!

angeloblu disse...

E' stato un piacere poter sentire le tue emozioni attraverso questi bellissimi versi, poterti seguire sarà un piacere.

Bandys disse...

Ola querido amigo,
Saudades daqui. É sempre bom poder ler suas poesias leves e tão delicadas.
Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo. Fica decretado que, a partir deste instante, haverá rosas de qualquer cor em todas as janelas, que as rosas terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança. A partir deste instante a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.
Beijos ☺

Bandys disse...

Feliz semana, Samu
até sempre.
beijos